De olho na atualização

A tecnologia mudou a forma como pensamos e nos relacionamos. Ter informações à distância de um clique afeta inclusive o cenário da Educação. Contudo, apesar de todas as mudanças, o modelo de ensino das escolas em geral permanece o mesmo há décadas: com foco apenas no professor, aplicação de testes e rejeição ao erro.

No entanto, é importante ressaltar que os alunos de hoje não conhecem a vida antes da internet. Devido a isso, aprender seguindo esse modelo padrão, no qual o aluno é apenas ouvinte do conteúdo, torna-se maçante. Entediados, os estudantes esperam por aulas mais colaborativas e dinâmicas.

Nesse aspecto, entra o papel do professor, que, mais do que nunca, precisa se atualizar e entender o que os novos tempos pedem. A didática utilizada na escola que o professor frequentou não pode ser a mesma da dos alunos atuais, que rapidamente acessam o que querem aprender sem depender de ninguém, devido à facilidade oferecida pela era da internet. E o fato do professor não ser mais o único provedor de conteúdo como no passado é uma das maiores dificuldades que ele enfrenta atualmente. Portanto, é preciso haver troca entre o corpo discente e docente para garantir o engajamento. Para isso, o protagonismo dos alunos deve ser estimulado e seu interesse e curiosidade despertados a partir dos assuntos trabalhados em sala de aula.

“O maior desafio do professor de inglês atualmente, em minha opinião, é a necessidade de personalização de acordo com a sua audiência. A única forma de mudar o cenário atual é estudando e se atualizando. Cursos mais curtos, nos quais o professor possa ter um ambiente de troca e se informar sobre o que está acontecendo, me parece uma das decisões acertadas para o professor do século XXI”, sugeriu a superintendente acadêmica Vania Furtado. “Os novos tempos nos trazem muitas facilidades como, por exemplo, permitir que o profissional faça sua learning track, ou seja, o professor também é o agente de seu desenvolvimento profissional escolhendo o caminho a seguir”, concluiu.

Para atender a essa demanda, o IBEU lançou o Teacher Learning Lab, curso dividido em módulos, os quais podem ser frequentados de forma isolada. Além dos encontros presenciais, os docentes terão acesso também a um material online, reforçando o aprendizado. Segundo Vania, o curso beneficiaria principalmente os alunos, pois contarão com professores mais conectados e engajados às questões atuais e relevantes para seu universo.

“O primeiro módulo do curso, Language Development 4 Teachers, busca discutir o uso natural de vocabulário e gramática levando em consideração esse novo momento. Os módulos são independentes, com assuntos variados, que entendemos ser importantes para os professores atualmente, tenha ele muita, pouca ou nenhuma experiência em sala de aula”, explicou Vania.

Para ter mais informações e se inscrever no TLL, clique aqui.

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