Como avaliar seus alunos sem aplicar provas

A avaliação no Ibeu é um processo contínuo para assegurar que os objetivos do programa sejam atingidos. Sendo assim, o Ibeu deixou de aplicar provas tradicionais e passou a utilizar instrumentos de avaliação que de fato refletissem a experiência de aprendizagem do aluno. 

Nesse contexto, a avaliação se destina aos seguintes propósitos:

  • DIAGNÓSTICO: ajuda a identificar o que o aluno já domina e as áreas que ainda precisam ser desenvolvidas.
  • FORMATIVO: determina se os objetivos de aprendizagem foram atingidos ou não e fornece informações específicas para que o aluno entenda em que ponto está e o que falta para atingir o desempenho esperado daquele nível.
  • APERFEIÇOAR O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM: fornece feedback para que o professor replaneje suas aulas, visando melhorar a performance de seus alunos.
  • APRESENTAR OS RESULTADOS FINAIS: o aluno escolhe o formato da entrega de seu projeto, mostra o que aprendeu e recebe a nota final.

O fim das provas tradicionais

O Ibeu se mantém em constante atualização e acompanha de perto as transformações no mundo da educação. Nos últimos anos, foi notória a mudança no perfil do aluno e em seu modo de aprender. Portanto, a escola precisa se adequar internamente para que se adapte a este novo aluno. 

Já se sabe que a avaliação feita por provas tradicionais não representa o que o aluno é capaz de fazer com o conteúdo ou o quanto ele o domina. Uma nota em uma prova não representa necessariamente o conhecimento adquirido. 

A obrigatoriedade do ensino remoto e do uso de ferramentas digitais acelerou a mudança na forma de avaliação e permitiu a implantação de instrumentos que privilegiam a produção linguística e a criação de conteúdo por parte do aluno. 

Com a inserção dessas novas ferramentas de avaliação, a produção não mais depende de memorização, sendo dada ao aluno a possibilidade de externalizar ideias, pontos de vista e soluções de problemas. Os múltiplos momentos de avaliação passam a tangibilizar tanto o conhecimento quanto o progresso do aluno. Somado a isso, ele realiza as tarefas de forma personalizada, pois pode realizá-las em seu tempo dentro de um prazo estipulado. Ampliam-se, portanto, o conceito e a compreensão da proposta de se avaliar: da busca pela reprodução de conhecimento acumulado, chega-se à apropriação, criação e produção de conteúdo.

Se não há provas tradicionais, como são as avaliações?

No Ibeu, adotamos, como parte da nota final, testes online e tarefas orais e escritas. Essas ferramentas de avaliação são assíncronas, e os alunos têm um prazo para entrega e recebimento de feedback. Além disso, também empregamos notas dadas pelo professor para o desempenho oral do aluno em aula e autoavaliação. 

Os testes online utilizam materiais autênticos de leitura, vídeos e/ou podcasts reais para que os alunos tenham contato com a língua utilizada em jornais, canais de TV e sites americanos. Dessa forma, os alunos têm contato com textos que ele encontrará na vida real desde o início do curso. 

Nas tarefas orais e escritas, os alunos podem escolher qual habilidade linguística desejam trabalhar, o formato para a entrega (redações, pôster, apresentação de slides, vídeos, apresentação oral em aula) e o tema dentre os oferecidos pelo professor. As notas são dadas baseadas em rubricas de avaliação (critérios claros do que é esperado dos alunos). Um aspecto que merece destaque é que os alunos podem refazer suas tarefas orais e escritas após receberem o feedback do professor, a fim de melhorar sua performance e elevar sua nota. 

O objetivo é colocar o aprendizado em primeiro lugar, já que ele é mais importante do que a nota. No Ibeu, acredita-se que o processo de fazer, receber feedback e refazer permite o avanço e desenvolvimento do aluno. 

No segmento infantil, a avaliação é contínua, sendo analisada pelo professor ao longo de todo o curso, com grande foco na oralidade. A produção acontece por meio de atividades de show and tell (mostre e fale) e diálogos curtos. Dessa maneira, além do inglês, os alunos menores praticam autonomia e colaboração durante o processo.

 

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